Blog destinado a informação e conscientização dos acadêmicos e das acadêmicas da UFVJM sobre o que é o Movimento Estudantil.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
UFJK já?
Para nos deixar cada vez mais incrédulos da realidade que ocorre em nossa universidade, já existe uma pagina na wikipedia afirmando a UFJK como um futuro certo. Na pagina ha informações sobre o processo de construção da nova instituição, os atuais e futuros campi e da gestão vigente.
Para aqueles que ainda não acreditam, eis o link:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Federal_Juscelino_Kubitschek
Para aqueles que ainda não acreditam, eis o link:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Federal_Juscelino_Kubitschek
domingo, 20 de novembro de 2011
Assembleia Geral dos Acadêmicos da UFVJM
Pauta: Plebiscito sobre a mudança no nome da Universidade.
Na assembleia serão feitos repasses dos representantes discentes do CONSU sobre o assunto da mudança de nome e será realizado um debate sobre o tema. O objetivo é tirar em assembleia a posição dos discentes sobre o nome da UFVJM. A mesma ocorrerá no espaço cultural JK, na quarta feira, dia 23, com início previsto as 14 hs.
Contamos com a presença de todos e de todas.
Na assembleia serão feitos repasses dos representantes discentes do CONSU sobre o assunto da mudança de nome e será realizado um debate sobre o tema. O objetivo é tirar em assembleia a posição dos discentes sobre o nome da UFVJM. A mesma ocorrerá no espaço cultural JK, na quarta feira, dia 23, com início previsto as 14 hs.
Contamos com a presença de todos e de todas.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Força Estudantil
Assembléia dos estudantes da USP que ocorreu ontem, 17/11/2011, e assembléia de estudantes na década de 70.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
UFVJM, UFD, UFJK, UFGR? Sobre a troca de nome... (por Arthur Gomes)
UFVJM, UFD, UFJK, UFGR? Sobre a troca de nome...
Fico me perguntando quais são os argumentos, propostas e/ou vantagens das correntes que estão sendo criadas nesse site de redes sociais em torno da mudança de nome da nossa Universidade. Sei que muitos não tem conhecimento do que vou falar aqui, e não tenho nada pessoalmente contra os “lideres” dessa “campanha”, apenas quero mostrar os pormenores desse plebiscito que estar por vir.
Espero sinceramente que esses argumentos não sejam os que eu ouvi passando por esses corredores do Campus II: “ah, sempre achei esse nome UFVJM meio estranho, UFD é mais bonito, mais apresentável”... Seria cômico se não fosse trágico...
Talvez o claro interesse político que gira em torno dessa simples troca de nome poderia já significar para muitos um motivo óbvio para votar contra essa mudança. Para quem não sabe, ao mudar o nome da Universidade, é ABERTA uma nova Universidade, de forma que os cargos anteriormente ocupados por pessoas aqui dentro só ficariam em um papel na história, podendo assim existir uma nova reeleição em alguns setores (Na UFVJM alguns cargos seguem o mesmo sistema de eleição para presidente, podendo haver somente uma reeleição de um determinado candidato, ou seja, no máximo 8 anos no poder). Fica aí a dica clara para os bons entendedores sobre a proposta da troca do nome...
Mas, pela pouca experiência que tenho com política estudantil universitária, sei que muitos não irão se importar com esse motivo, simplesmente o acharão “sujo”, mas continuarão achando “UFD” ou “UFGR” ou “UFalgumacoisa” mais “bonito” que UFVJM...Soma-se ainda o pensamento totalmente individualista com que somos obrigados a conviver de alguns estudantes, lamentável, porém “nu e cru”.
Pois bem, para esses que não estão nem aí ou nem leram o que eu disse, saltaram metade do texto e já estão entediados, vai aí mais algumas dicas:
- Perda da identidade: Após 6 anos como UFVJM começamos a conquistar um espaço, pequeno espaço, no cenário nacional. Vide reportagem feita em uma revista de amplo acesso nacional (e que foi publicada por muita gente nesse mesmo site) em que nossa UFVJM aparecia entre as 10 mais bem colocadas dentre as universidades “pequenas” do país. Para quem tem dimensão de quantos centros de ensino superior foram criados recentemente em todo Brasil, sabe a importância desse “título”. Agora o que fazemos? Trocamos de nome, perdemos nossa identidade, e tudo que conquistamos até agora é jogado por água a baixo, pois é instituída uma nova universidade e todo peso que a sigla UFVJM havia conquistado de nada valerá mais. Teremos que recomeçar do zero (mais uma vez...).
- Vales do Jequitinhonha e Mucuri: Sinceramente, acho que todo estudante ao ingressar em uma instituição federal deveria saber ao menos boa parte de sua história e tudo o que ela representa, e não apenas se preocupar com o “status” do curso que faz ou que a própria instituição lhe proporciona. A UFVJM foi criada para os Vales. Feita para ajudar a combater a pobreza e o desequilíbrio social que são tidos como gigantescos em uns dos vales mais pobres do país. O combate seria acometido com todo o investimento que a universidade traria e os projetos sociais promovidos pela “massa pensante” que viria a estudar aqui. Acho hipocrisia demais sermos criados em função de uma coisa e por um claro e simples gosto pessoal jogar tudo ao vento.
Imagino também que todos devem ter conhecimento que não apenas ela foi criada PARA os vales, mas também pelos VALES. Quantos filhos dessa terra já passaram e ainda passam por aqui e que construíram o que somos hoje? Não acham isso importante? Então somem a isso os investimentos do governo federal que vieram pelo único motivo de sermos o “vale da pobreza”...
Agora cuspimos no prato que há muito já comemos, sem nem pensar no que estamos fazendo...
Na boa? Sou Diamantinense e Filho do Vale, e não estampo isso no peito apenas na hora de dizer que tenho o melhor Carnaval do planeta, ou que moro na cidade onde nasceu JK, ou ainda pra falar que me pinto de azul para descer a rua da glória e curtir uma das melhores festas universitárias do país... Estampo no peito agora que tenho uma tristeza maior do planeta e que me pinto das cores da vergonha com tamanha injustiça que iremos fazer com essa terra que me acolheu e me ensinou o sentido de tantas coisas...
Pra finalizar e não com intuito de polemizar ainda mais (mas já polemizando) gostaria sinceramente que todos que leram pelo menos parte desse post que entrassem no link a seguir e lessem parte da letra da música, pra ver que não sou só eu que penso assim:
http://letras.terra.com.br/rubinho-do-vale/1671186/
Fiz vestibular para entrar na UFVJM, e pretendo formar na UFVJM! E não em outra Universidade.
“Vale que vale cantar
Vale que vale viver
Vale do jequitinhonha
Vale eu amo você...”
Espero sinceramente que esses argumentos não sejam os que eu ouvi passando por esses corredores do Campus II: “ah, sempre achei esse nome UFVJM meio estranho, UFD é mais bonito, mais apresentável”... Seria cômico se não fosse trágico...
Talvez o claro interesse político que gira em torno dessa simples troca de nome poderia já significar para muitos um motivo óbvio para votar contra essa mudança. Para quem não sabe, ao mudar o nome da Universidade, é ABERTA uma nova Universidade, de forma que os cargos anteriormente ocupados por pessoas aqui dentro só ficariam em um papel na história, podendo assim existir uma nova reeleição em alguns setores (Na UFVJM alguns cargos seguem o mesmo sistema de eleição para presidente, podendo haver somente uma reeleição de um determinado candidato, ou seja, no máximo 8 anos no poder). Fica aí a dica clara para os bons entendedores sobre a proposta da troca do nome...
Mas, pela pouca experiência que tenho com política estudantil universitária, sei que muitos não irão se importar com esse motivo, simplesmente o acharão “sujo”, mas continuarão achando “UFD” ou “UFGR” ou “UFalgumacoisa” mais “bonito” que UFVJM...Soma-se ainda o pensamento totalmente individualista com que somos obrigados a conviver de alguns estudantes, lamentável, porém “nu e cru”.
Pois bem, para esses que não estão nem aí ou nem leram o que eu disse, saltaram metade do texto e já estão entediados, vai aí mais algumas dicas:
- Perda da identidade: Após 6 anos como UFVJM começamos a conquistar um espaço, pequeno espaço, no cenário nacional. Vide reportagem feita em uma revista de amplo acesso nacional (e que foi publicada por muita gente nesse mesmo site) em que nossa UFVJM aparecia entre as 10 mais bem colocadas dentre as universidades “pequenas” do país. Para quem tem dimensão de quantos centros de ensino superior foram criados recentemente em todo Brasil, sabe a importância desse “título”. Agora o que fazemos? Trocamos de nome, perdemos nossa identidade, e tudo que conquistamos até agora é jogado por água a baixo, pois é instituída uma nova universidade e todo peso que a sigla UFVJM havia conquistado de nada valerá mais. Teremos que recomeçar do zero (mais uma vez...).
- Vales do Jequitinhonha e Mucuri: Sinceramente, acho que todo estudante ao ingressar em uma instituição federal deveria saber ao menos boa parte de sua história e tudo o que ela representa, e não apenas se preocupar com o “status” do curso que faz ou que a própria instituição lhe proporciona. A UFVJM foi criada para os Vales. Feita para ajudar a combater a pobreza e o desequilíbrio social que são tidos como gigantescos em uns dos vales mais pobres do país. O combate seria acometido com todo o investimento que a universidade traria e os projetos sociais promovidos pela “massa pensante” que viria a estudar aqui. Acho hipocrisia demais sermos criados em função de uma coisa e por um claro e simples gosto pessoal jogar tudo ao vento.
Imagino também que todos devem ter conhecimento que não apenas ela foi criada PARA os vales, mas também pelos VALES. Quantos filhos dessa terra já passaram e ainda passam por aqui e que construíram o que somos hoje? Não acham isso importante? Então somem a isso os investimentos do governo federal que vieram pelo único motivo de sermos o “vale da pobreza”...
Agora cuspimos no prato que há muito já comemos, sem nem pensar no que estamos fazendo...
Na boa? Sou Diamantinense e Filho do Vale, e não estampo isso no peito apenas na hora de dizer que tenho o melhor Carnaval do planeta, ou que moro na cidade onde nasceu JK, ou ainda pra falar que me pinto de azul para descer a rua da glória e curtir uma das melhores festas universitárias do país... Estampo no peito agora que tenho uma tristeza maior do planeta e que me pinto das cores da vergonha com tamanha injustiça que iremos fazer com essa terra que me acolheu e me ensinou o sentido de tantas coisas...
Pra finalizar e não com intuito de polemizar ainda mais (mas já polemizando) gostaria sinceramente que todos que leram pelo menos parte desse post que entrassem no link a seguir e lessem parte da letra da música, pra ver que não sou só eu que penso assim:
http://letras.terra.com.br/rubinho-do-vale/1671186/
Fiz vestibular para entrar na UFVJM, e pretendo formar na UFVJM! E não em outra Universidade.
“Vale que vale cantar
Vale que vale viver
Vale do jequitinhonha
Vale eu amo você...”
domingo, 13 de novembro de 2011
Plebiscito?!?!?
Campanha plebiscito paritário, deliberativo e centralizado.
Bom para reunir todos que acham que deve mudar ou não, acho que podemos colocar nossa força para uma coisa em comum.
plebiscito paritário: o plebiscito não será paritário, querem tirar um direito conquistado pelos estudantes.
Seja Deliberativo: pois será só consultivo, vamos deixar a democracia reinar na universidade.
Centralizado: que seja feito como uma eleição para DCE ou Reitor, querem fazer por faculdade, o que impossibilita a fiscalização.
Temos vários argumentos, mas temos que primeiro fazer com que a universidade seja democrática.
Bom para reunir todos que acham que deve mudar ou não, acho que podemos colocar nossa força para uma coisa em comum.
plebiscito paritário: o plebiscito não será paritário, querem tirar um direito conquistado pelos estudantes.
Seja Deliberativo: pois será só consultivo, vamos deixar a democracia reinar na universidade.
Centralizado: que seja feito como uma eleição para DCE ou Reitor, querem fazer por faculdade, o que impossibilita a fiscalização.
Temos vários argumentos, mas temos que primeiro fazer com que a universidade seja democrática.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Desocupação da USP (por CMI Brasil)
Iniciou-se uma emboscada por todos os lados do prédio da Reitoria. Policiais com rostos vendados do Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) e policiais da Tropa de Choque invadiram de rapel o prédio, descendo pelo teto da Reitoria. Os policiais não portavam nenhum tipo de identificação, coibindo assim o direito da sociedade de acompanhar a ação policial e de denunciar os abusos de poder cometidos por parte dos policiais.
Dentro da Reitoria ocupada iniciaram-se as agressões. Não houve resistência por parte dos estudantes, pois foram pegos de surpresa durante o sono. Os policiais separaram de forma violenta os homens e as mulheres. Policiais masculinos retiraram as mulheres à força de seus grupos de amigos. Quando uma garota tentou se desvincular dos polícias para não se separar do grupo, foi agredida fisicamente e amordaçada em um quarto distante. Os companheiros relataram que ouviram seus gritos que depois foram abafados pelos policiais.
Homossexuais eram agredidos pelos policiais que diziam que eles deveriam ir para a fila das mulheres. Magros e gordos, altos e baixos, quaisquer característica era utilizada como motivo de chacota, numa atitude de violência verbal e psicológica por parte dos policiais.
Depois de prender os manifestantes, os policiais começaram a quebrar o patrimônio público da reitoria aos chutes e a pancada de cassetetes. Fechaduras e portas foram danificadas durante a invasão policial. Esses objetos foram posteriormente filmados pela imprensa que acusou os manifestantes.
Não foi permitida a cobertura ampla da imprensa. Apenas um grupo seleto de jornalistas pôde acompanhar a ação. Jornalistas independentes e de outros grupos que não fossem da Abril e da Globo foram impedidos de chegar ao portão da reitoria ocupada durante a ação policial.
Agora, cerca de 75 estudantes estão detidos no 91º Batalhão - SP. Além de assinar o termo circunstanciado estão sendo forçados a assinar o termo de flagrante e só serão liberados mediante fiança de 550 reais. Estão sendo acusados também de crime ambiental, formação de quadrilha, depredação de patrimônio público e desobediência civil.
O cerco policial ao CRUSP
Na calada da noite, a moradia dos estudantes (CRUSP) também foi cercada pelos polícias que tentavam impedir os estudantes que se juntassem aos ocupantes.
Ao descer de suas casas, os moradores do CRUSP foram impedidos de sair pelos corredores de acesso aos prédios. Qualquer pessoa que se aproximava era ameaçada e recebia ordens para recuar. Balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo foram usadas para dispersar os estudantes que se organizavam nos corredores do Conjunto Residencial.
Os alunos tiveram que colocar bancos de concreto para impedir o avanço da Tropa de Choque ao espaço de moradia dos estudantes.
Somente por volta das 6 da manhã as vias de acesso ao CRUSP foram liberadas com a chegada da parte da grande imprensa que não tinha sido avisada previamente da operação ? como foram os grupos Abril e Globo. Os moradores se aproximaram da reitoria ocupada e encontraram o prédio sitiado, identificaram também uma série de irregularidades nas ações policiais.
Policiais armados com armas de fogo e rifles de assalto, sem identificação, impediam o acesso da imprensa independente e de outros grupos de mídia que não eram do pequeno grupo de privilegiados. Pessoas com câmeras eram intimidadas e afastadas do círculo do prédio cercado pela Tropa de Choque.
A continuidade da polícia militar no campus
Mesmo depois de terminada a ação na reitoria, os policiais se mantiveram em diversos lugares da Universidade. Os acessos principais da USP e os acessos de várias faculdades estão ocupados. As áreas próximas à Reitoria, o CRUSP, a Poli, o CCE (Centro de computação e eletrônica), a ECA, a FFLCH e outras faculdades estão cercadas pelas forças policiais. Os helicópteros da PM continuam a rondar a USP.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
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