segunda-feira, 25 de junho de 2012

Entrevista do Comando de Greve na TV Vale

Nesta última quarta-feira 02 representantes do Comando Estudantil de Greve foram ao programa Painel Livre da TV Vale Diamantina falar sobre a greve na Universidade e sobre a Agenda Cultural deste período greve.

 Segue a entrevista disponível no YouTube, divida em 04 partes:

1a Parte - http://youtu.be/p-5EIagp1wk

2a Parte - http://youtu.be/WWnqfu3HyYs

3a Parte - http://youtu.be/NhnxbrU96bU

 

 Lembrando que amanhã às 19:00 horas teremos a apresentação do filme "Muito além do Cidadão Kenny" no anfiteatro do Campus I...

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Carta para os Estudantes da UFVJM sobre a Greve.


Prezado Estudantes da UFVJM 

Encaminho carta do  colega Klaitom estudante do 2 Periodo do Corso Serviço Social - UFVJM, de fato a luta da greve é muito maior que nossas "questões pessoais", é muito importante a adesão de toda comunidade acadêmica da UFVJM para o fortalecimento do movimento.

Prezados(as)estudantes , não sedam a pressões  de professores, é direito de todos nós fazermos GREVE, estudantes, técnicos e professores, assistam o  filme "Germinal"  e vejam que a  greve foi uma das  primeiras armas dos trabalhadores  na luta contra a burguesia capitalista em meados do seculo XIX e é um dos poucos instrumento de luta e resistência dos trabalhadores até contemporaneidade, direito reconhecido na Constituição Federal de 1988, bem como, percebam  que sempre  há  um indivíduo ou indivíduos que sacrificam o bem coletivo e função do individualismo, social, econômico e  metodológico...

Em fim, a decisão é de vocês caros(as) estudantes, mais não sedam a  pressões! Nenhum estudante pode ser reprovado por participar da greve, as aulas com menos de 50% dos matriculados não tem valor legal e  deverá ser reposta, lutem, resistam,  pois é o  futuro do nossos Campus é que está em jogo, ou melhor é futuro de todos nós que acreditamos em uma Universidade democrática e voltada para  povo oprimido dos Vales.

Um fraterno e cordial abraço, estou a suas disposição para maires esclarecimentos.


Klaiton de Souza Silva.
Serviço Social UFVJM

Somos UFVJM, somos dos Vales.


2° Encontro dos Estudantes em Movimento UFVJM.

O Projeto de Lei 2203/2011 proposto pelo governo prevê, por exemplo, a remuneração complementar de professores mediante projetos financiados pela iniciativa privada.


Por José Luiz Alcantara Filho
“Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem” - Berthold Brecht
Diante das greves que estão se alastrando país afora, tanto dos docentes e servidores de Instituições Federais do Ensino Superior como a dos trabalhadores do transporte público, vêm à tona o velho debate em torno do direito à greve, sua legitimidade e interpretações a seu respeito.
"Por definição ‘greve’ é a suspensão temporária e coletiva do trabalho condicionado à aprovação da entidade representativa da categoria (sindicato), mediante assembleia com o intuito de reivindicar melhores condições de trabalho"
Por definição ‘greve’ é a suspensão temporária e coletiva do trabalho condicionado à aprovação da entidade representativa da categoria (sindicato), mediante assembleia com o intuito de reivindicar melhores condições de trabalho, ampliação dos direitos ou evitar a perda de benefícios. Esse direito está assegurado pelo artigo 9º da Constituição Federal de 1988 e regulamentado pela Lei 7.783 de Junho de 1989 e prevê que, após ocorrerem tentativas frustradas de negociação, é facultado aos trabalhadores o direito a greve.
Na prática, percebe-se que, mais do que uma forma legal de manifestação do trabalhador por melhorias, a greve se constitui como um importante instrumento de mobilização em prol de interesses coletivos. Isso, por sua vez, credita a ela um caráter não só de luta política contra as instituições que oprimem os trabalhadores, mas também como exercício de cidadania, direitos humanos, identidade coletiva e solidariedade.
Responsabilidade do Estado
Nos dias de hoje, cada vez mais as pessoas estão sendo condicionadas a pensar somente em si próprios. E há uma grande parcela de culpa do Estado em relação a isso. O que temos visto, sobretudo com as reformas ocorridas pós-90, é a redução da responsabilidade da esfera pública sobre o bem-estar social e a garantia de serviços básicos como educação, saúde, previdência e habitação que tem sido paulatinamente transferido à responsabilização das famílias. Dia após dia percebemos que o governo atua, de alguma forma, para reduzir os gastos sociais sob o pretexto da necessidade de equilibrar as contas públicas!
Conforme destacou o jornal ‘O Globo’ de 27/05, Espanha, EUA e Chile passaram, num passado não muito distante, por reformas (des) estruturais no ensino superior, substituindo as universidades públicas tradicionais por programas de bolsas e financiamento público estudantil aos ingressantes em instituições privadas (equivalentes ao PROUNI e FIES no Brasil) e, atualmente, a realidade mostra que a formação superior nesses países está cada vez mais inacessível às classes média e trabalhadora.
Ato Político
A greve atual dos docentes e servidores da IFES trata-se, portanto, de um ato político contra essas reformas que estão tirando direitos dos
"A greve atual dos docentes e servidores da IFES trata-se, portanto, de um ato político contra essas reformas que estão tirando direitos dos cidadãos e responsabilidades atribuídas historicamente ao Estado"
cidadãos e responsabilidades atribuídas historicamente ao Estado. Logo, apoiá-la significa resgatar o sentido histórico da solidariedade, olhar para o outro como o reflexo de si mesmo e pensar que os benefícios conquistados por aqueles que se dispõe a reivindicar são compartilhados por todos!
Vejamos pelos salários o quão os serviços públicos ligados à educação, saúde e assistência social estão à margem das preocupações atuais do estado.
Percebe-se a partir do gráfico que as atividades ligadas à seguridade social e educação estão entre as mais mal remuneradas, enquanto as funções relacionadas à manutenção da ordem e ao controle burocrático e jurídico-institucional são as que pagam melhor. Os professores do ensino superior, por exemplo, não só são os servidores públicos federais com doutorado mais mal remunerados do Brasil, como detém salários inferiores a diversos cargos que exigem apenas ensino médio ou superior. Diante dessas constatações podemos nos perguntar: Que tipo de estado estamos constituindo? Políticas sociais e educação ainda se constituem como políticas universalizantes e de interesse público?
Muito além da aparente visão de que as reivindicações são meramente salariais, os professores estão lutando pela melhoria das condições de trabalho e manutenção da educação pública, gratuita e de qualidade. O Projeto de Lei 2203/2011 proposto pelo governo prevê, por exemplo, a remuneração complementar de professores mediante projetos financiados pela iniciativa privada. Ainda que isso possibilite um salário maior aos professores que sujeitarem a tais práticas, esta proposição compromete a estrutura e o caráter da universidade pública que deve estar comprometida com ensino, pesquisa e extensão pensados em prol da sociedade e não dos interesses do setor privado.
Infraestrutura
Quanto às condições de trabalho, pode-se inferir que, se por um lado o governo propagandeia a expansão de vagas nas IFES através de um programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais - o Reuni, por outro, não providenciou os investimentos necessários em infraestrutura, superlotando salas de aula e chegando ao cúmulo de improvisar salas e secretarias até dentro containers como acontece nos campus de Rio das Ostras e Campos de Goitacazes da UFF. Também falta pessoal, mas, ao invés de planejar a reposição do corpo docente, o governo está propondo um plano de carreira que obriga o professor a cumprir uma carga horária maior a fim de minimizar a escassez de professores à custa da precarização do trabalho docente.
"Mas porque a grande mídia ao invés de expor as reivindicações, ajudar a pressionar por mudanças o fazem jogando uns trabalhadores contra outros ou denegrindo a imagem dos manifestantes e ou das reivindicações?"
Outro problema enfrentado por aqueles que reivindicam mudanças e que também contribuem enormemente para as pessoas se posicionarem contra as greves advém das forças ideológicas conservadoras em defesa dos interesses privados daqueles que estão na outra ponta da reivindicação veiculadas de diversas forma, sobretudo, pela grande mídia. Terça-feira, dia 15/05, foi noticiada a greve dos ferroviários da seguinte forma: “Greve do transporte público atinge 6 capitais e prejudica os trabalhadores”! Não seria essa uma metáfora para chamar os grevistas de vagabundo? Seguindo a mesma linha editorial a TV Globo noticiou uma manifestação ocorrida no dia 05/06 com mais de 10 pessoas, destacando um fato isolado ocorrido entre um pequeno grupo de estudantes com a polícia!
Mas porque a grande mídia, ao noticiar essas questões, ao invés de expor as reivindicações, ajudar a pressionar por mudanças ou, ao menos, expor os dois lados da moeda, o fazem dessa forma, jogando uns trabalhadores contra outros ou denegrindo a imagem dos manifestantes e ou das reivindicações?
Há uma clara intencionalidade em descredibilizar os manifestantes, primeiro porque esses veículos de comunicação estão exercendo seu poder de persuasão e de formação de opinião em favor dos interesses dominantes e, segundo, porque essa é uma excelente forma de tirar a identidade solidária e coletiva da manifestação, bem como de conduzirem as pessoas a caírem na infeliz armadilha de culpar aquele que reivindica a redução de injustiças ou melhorias de condições de trabalho (nesse caso os grevistas) e não os seus patrões que os mantém com salários baixos e direitos aquém do necessário ou merecido para o exercício das profissões dos manifestantes!
Sem Diálogo
É esse também o interesse do governo ao manifestar publicamente que não irá negociar com grevistas! Contudo, em tempos de trégua, o diálogo também não acontece, haja vista que as negociações a respeito da reestruturação da carreira docentes iniciaram em agosto de 2010 tendo como ponto de partida uma proposta do governo pior que o plano de careira atual e, de lá para cá, não houve nenhuma sinalização dos representantes públicos em atender às demandas levantadas pela categoria.
Portanto, posicionar-se a favor da greve é também se negar a reproduzir um discurso ideológico e hegemônico contrário ao direito à livre
"Considerando-se, portanto, todos os argumentos políticos, orçamentários e jurídicos em favor da greve, espera-se do governo o atendimento das demandas dos servidores públicos"
manifestação cidadã de se reivindicar melhorias, bem como ao de pressionar governos e empregadores quando se sentirem prejudicados.
Por fim vale ressaltar que, apesar do governo argumentar falta de recursos e restrição orçamentária, o cenário macroeconômico é extremamente favorável. O crescimento econômico e as políticas adotadas pelo governo possibilitou aumento de 19% na arrecadação pública no último ano, acumulação de superávit primário na ordem de R$ 45 bilhões somente nos quatro primeiros meses de 2012 e, segundo a economista e professora da UFRJ Denise Lobato Gentil, a política atual de queda na taxa de juros propicia uma economia de cerca de R$ 11 bilhões para cada ponto percentual baixado na Selic. Por outro lado, a professora destaca que o percentual gasto com folha de pagamento em relação à receita Líquida do Setor Público tem se reduzido e as reivindicações de reestruturação no plano de carreira não passam de R$ 6 bilhões. Se a isso for somado um montante de R$ 2 bilhões para gastos com investimentos, tal como foi proposto pela associação de reitores das 59 IFES ao ministro da educação Aloízio Mercadante, as reivindicações não somente são plausíveis perante o cenário de acúmulo público de riquezas atual como representam menos de 0,2% do PIB. Portanto, pode-se inferir que, para o governo, ‘nem caro é’!
Considerando-se, portanto, todos os argumentos políticos, orçamentários e jurídicos em favor da greve, espera-se do governo o atendimento das demandas dos servidores públicos e que todos os professores ligados às IFES façam valer aquele velho ditado de que “o direito de um termina onde começa o direito do outro”, assumindo então a greve como um direito legítimo e democrático concedido por lei e, mais do que isso, como um instrumento histórico de luta por bem-estar social em que diversos trabalhadores pagaram com suor e, as vezes, sangue em prol de benefícios usufruídos por todos os cidadãos brasileiros!
 A universidade é paga pelo Povo e para o Povo deve servir, não para as empresas. 

 
                                              44,9% do PIB de juros da divida e a Educação?

Professores, Estudantes e Técnicos da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri permanecem mobilizados durante a greve docente


Seg, 18 de Junho de 2012 21:40 Portal Minas Livre - Michelly Elias

Portal Minas Livre - Michelly Elias

Desde o dia 21 de maio, os professores da UFVJM – Campus do Mucuri encontra-se em greve, se somando à mobilização nacional dos docentes de outras 53 Instituições Federais Ensino Superior (IFES) no país.

Este movimento nacional se iniciou a pouco mais de um mês, no dia 17 de maio, tendo em linhas gerais três principais reivindicações: reestruturação do plano de carreira, tendo como referência a proposta apresentada pelo ANDES ao Governo Federal em março de 2011; melhoria nas condições de trabalho, que vem se tornando cada vez mais precarizadas devido à forma como tem ocorrido a implantação do REUNI; e reajuste salarial, tendo como proposta um piso nacional gerador de R$ 2.176,74 para o professor em regime de 20 horas semanais.

Nesse sentido, as reivindicações demonstram a necessidade urgente de valorização do trabalho dos professores universitários no país. E somado a isso, os informes em nível nacional sobre a situação em cada uma das Universidades e Institutos que estão em greve, demonstram a existência de diversas pautas locais com suas respectivas reivindicações que envolvem além do segmento docente, estudantes e técnico-administrativos.

Nesse contexto encontra-se a UFVJM – Campus do Mucuri, que teve seu campus implantado em 2006 na cidade de Teófilo Otoni. Sendo esta, a única Universidade além do campus da UFMG em Montes Claros, que se situa no território que abarca as regiões Norte e Nordeste de Minas Gerais, o que demonstra a importância social que esta Universidade possui para o estado, principalmente porque cerca de 94% dos estudantes da UFVJM - Campus do Mucuri, são dessas duas regiões de Minas Gerais.

Desde o início do movimento grevista, que contou com a adesão de 96% dos professores da UFVJM – Campus do Mucuri, várias atividades de mobilização e formação estão sendo realizadas. Nas assembléias que vêm ocorrendo constantemente, para debater e aprofundar a pauta de reivindicação nacional e a construção da pauta local tem ocorrido também debates sobre a importância da organização sindical, a necessidade de articulação dos professores com os outros segmentos de trabalhadores e com as lutas populares, e sobre o papel da Universidade Pública na sociedade atual. E também têm sido realizadas atividades culturais que resgatam a memória e a cultura popular brasileira e da região, assim como, ações de mobilização envolvendo estudantes e técnico-administrativos do Campus.

Dentre as principais reivindicações da pauta local construída pelos docentes constam: garantia de infraestrutura necessária para a realização das atividades de ensino, pesquisa e extensão; ampliação do quadro docente; gratificação das atividades administrativas exercida pelos docentes; garantia de professor substituto nos casos de afastamentos por licença saúde; construção e garantia de uma política de qualificação do corpo docente e instalação de equipamentos e garantia de normas de segurança no Campus.

É importante destacar que a experiência de participação dos professores neste processo de luta por condições dignas de trabalho e pela melhoria da educação pública brasileira, proporcionou além da construção de um significativo movimento grevista, a reativação da seção sindical de docentes da região, que se intitula ADOM – Associação dos Docentes do Ensino Superior do Vale do Mucuri, que conta atualmente com uma diretoria provisória.

E outro aspecto importante, é que desde o início, o movimento grevista adquiriu visibilidade e força na região, devido também à greve do segmento estudantil, o qual construiu uma pauta de reivindicações que diz respeito principalmente à melhoria das condições de estudo e de permanência na Universidade.

Esses fatos demonstram que a experiência da greve docente na UFVJM – Campus do Mucuri tem propiciado um importante aprendizado sobre a necessidade que existe da categoria se organizar e permanecer mobilizada. E juntamente com as reivindicações salariais, de melhoria nas condições de trabalho e de valorização da carreira, têm proporcionado importantes reflexões sobre o papel da Universidade Pública na sociedade brasileira atual e para os Vales do Jequitinhonha e Mucuri.

Assim, enquanto o movimento grevista continuar, o Comando de Greve Local docente, pretende permanecer com as diversas atividades que visam manter a categoria mobilizada e que buscam o diálogo e o apoio da sociedade para esta luta. E a partir dos desdobramentos da greve, pretende contribuir para que após este processo, haja melhores condições para a construção de uma sólida organização sindical da categoria, articulada aos demais segmentos de trabalhadores.

Michelly Elias i
Professora do Departamento de Serviço Social
Membro do Comando Local de Greve dos Docentes da UFVJM/Campus Mucuri

O Mesmo vale para o Campi Diamantina.
Sábado haverá uma manifestação no mercado velho em Diamantina.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Cúpula dos Povos leva 80 mil às ruas por justiça social e ambiental no Rio de Janeiro


Participação dos estudantes da UFVJM

Via Campesina: Cúpula dos Povos leva 80 mil às ruas por justiça social e ambiental

Comando Geral de GREVE convida para filme sobre o poder da Rede Globo no país.

Muito Além Do Cidadão Kane.

Local: Anfiteatro - UFVJM, Campus I Diamantina.
Horário: 19:00 
Data: 26/06/2012
Entrada gratuita. 

Um Filme proibido sobre a Rede Globo produzido pela BBC

O vídeo mostra como Roberto Marinho construiu o império das organizações globo, como pode corromper e manipular...(...) mostra também entrevistas de várias personalidades além de esclarecer vários fatos como 'Nec do Brasil' ' Grupo Time Life'. Após assistir esse filme você terá outra visão sobre a Rede Globo de Televisão.


UM POUCO DA HISTÓRIA SECRETA


Um super investimento do governo militar em telecomunicação da suporte para que nasça uma das maiores rede de tv do mundo. ( Pão e circo ao povo) futebol, novela, carnaval transmitidos ao Brasil e a saúde e educação abandonados mas o povo sob total controle da REDE GLOBO ... que em troca transmitia apenas o que era conveniente ao's' governo's'...AI5, Seqüestro do embaixador americano, bombardeio do teatro, assassinato de jornalista isso tudo era proibido de ser passado em meios de comunicação, porém a REDE GLOBO foi muito além do que era solicitado. Tancredo Neves ganha as eleições e logo anuncia Antonio Carlos Magalhães como ministro das telecomunicações porém, morre antes de assumir a presidência. Sarnei assume e mantém Antonio Carlos Magalhães como ministro das telecomunicações..... Antonio Carlos Magalhães cancela contrato com a NEC do Brasil que passa a valer muito pouco e logo é comprada pela REDE GLOBO após a compra Antonio Carlo Magalhães volta os contratos com a NEC do Brasil com Governo Federal com isso a REDE GLOBO ganha 350 Milhões rapidamente. Em troca Antonio Carlos Magalhães ganha algumas concessões da Rede Globo na Bahia , o Presidente Sarnei dá 90 concessões de TV em seu mandato Só o Presidente Sarnei ganha 2 afiliadas da Rede Globo. Desde então nenhuma concessão foi dada.
Algumas Declarações contidas no Documentário:
Chico Buarque (A tv globo proibia pessoas de existir, ela tornava pessoas em não pessoas... ela ia muito além do que era solicitada)
Washington Olivetto ( O Brasil as vezes deixa de falar português e passa a falar TV Globes.)
A Palavra do Presidente ( Que os ricos sejam mais ricos para que os pobre por sua vez sejam menos pobres.) 
A Palavra do Presidente ( Quando vejo o mundo ele está terrível, mas quando vejo o brasil na TEVÊ GLOBO tudo está uma maravilha)
Luiz Inacio Lula da Silva (a globo só mente ... ela só informa sobre interesses patronais...)
Armando Nogueira, fala diretamente ao dono da empresa Globo (Dr Roberto eu não vi esse compacto, se tivesse visto eu teria impedido que ele fosse ao ar, ..... a REDE GLOBO foi infeliz e fez uma edição burra... - Se referindo ao debate para presidente Collor x Lula) imediatamente após a reclamação Armando Nogueira chefe de jornalismo da Rede Globo há 22 anos foi aposentado e substituído pelo editor do debate.







Ficha Técnica:
Filme: “Além do cidadão Kane”
Gênero: documentário
Direção e roteiro: Simon Hartog
Co-produção : John Ellis
Ano: 1993
 





segunda-feira, 18 de junho de 2012

Governo desmarca reunião com universidades federais em greve, (Papel dos Estudantes na Greve).



Governo desmarca reunião com universidades federais em greve

Novo encontro com representantes sindicais estava previsto para esta 3ª

18 de junho de 2012 | 14h 43



Paulo Saldaña, de O Estado de S. Paulo
Mesmo após 30 dias de greve na maior parte das universidades federais do País, o governo voltou atrás e desmarcou a reunião prevista para esta terça-feira, 19, com representantes sindicais dos professores. O Ministério do Planejamento, que toca as negociações, apresentaria o esboço de um novo plano de carreira dos docentes, principal reivindicação dos grevistas.
A paralisação completou um mês neste domingo e já atinge 54 universidades e institutos federais. O movimento tende a crescer ainda mais porque a Universidade Federal de Pelotas (Ufpel) mantém indicativo de greve e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) deve decidir pela paralisação ainda nesta segunda-feira.
A alta cúpula do Planejamento recebeu os grevistas pela primeira vez na semana passada. No encontro, que ocorreu na terça-feira, 12, pediu uma trégua de 20 dias, mas a categoria recusou interromper o movimento sem ouvir uma proposta clara. A reunião de amanhã foi marcada naquela data e deveria, enfim, apresentar a proposta do governo.
O Planejamento confirmou o adiamento, mas não detalhou os motivos - o que deve, segundo a pasta, fazer ainda hoje. Ainda não há data para um novo encontro.
Um dos sindicatos envolvidos nas negociações, a Proifes, informou que a pasta argumentou que, em função da Rio+20, não seria possível apresentar uma proposta efetiva amanhã. Sindicalistas ouvidos pela reportagem criticam a decisão e dizem que, na verdade, o ministério não tem uma proposta concreta sobre o plano de carreira.
* Atualizada às 16h45
Fonte:

                                                Papel dos Estudantes na Luta Pela Educação.

          Sabemos que é muito comodo o governo pedir para uma greve parar para depois negociar. Assim os trabalhadores e trabalhadoras da educação perde força na luta popular. Nós Estudantes historicamente colocamos o corpo na política e movimentamos do país, seja na ditadura militar ou na redemocratização. A pergunta fica no ar, qual o motivo dos estudantes não entrar na luta que prejudica diretamente nossa categoria?
          A greve vai continuar, e se voltar as aulas sem muitos ganhos para os professores(as), a universidade vai continuar com as salas super lotadas e sem material. Mas se nós estudantes entrarmos na luta, não um pequeno grupo mas todos que estão prejudicados ai sim vamos ter uma mudança de qualidade e ano que vem não vai ter uma nova greve.

Ass: Estudante Organizado.
Estudantes em Movimento



                                                       Estudantes da UFVJM em Brasília 





domingo, 17 de junho de 2012

Guia para ser um babaca de qualidade em tempos de greve nas universidades

Guia para ser um babaca de qualidade em tempos de greve nas universidades

Lição n° 1 - Foque exclusivamente sua análise nos "prejudicados". Enfatize como será ruim atrasar as aulas e, se puder, aumente dizendo que não poderá viajar no final do ano por causa da greve.

Lição n° 2 - Ignore as condições de trabalho e estudo existentes nas IFES. Se você é aluno de uma delas e estuda num campus com boa infraestrutura, finja que todos os seus colegas de universidade compartilham do mesmo espaço de estudo que você. Se estuda num campus ou instituto onde as coisas não são tão boas assim, diga que seus colegas e professores estão reclamando de boca cheia. Mas sempre forje um escândalo quando for ao banheiro e não tiver sabão para lavar as mãos, ou papel pra limpar o cu.

Lição n° 3 - Lembre que todo professor universitário "ganha bem". No entanto, não leve em consideração o grau de instrução da categoria. Nem sequer ouse lembrar que há outras profissões cujos profissionais não necessitaram de tanto estudo quanto os professores das universidades federais e que recebem salários bem maiores que o da categoria.

Lição n° 4 - Se você é um aluno de uma IFES e reclama de alguns professores "falcatruas", fale deles como se estes representassem todo o grupo de trabalhadores. Ignore o fato de que há pessoas extremamente comprometidas com seus trabalhos e que reclamam mais reconhecimento por parte do governo federal.

Lição n° 5 - Se você não é aluno de uma IFES e não está muito interessado em saber sobre a situação das universidades públicas, mas no entanto, não quer soar desatualizado, diga que a causa é em vão e que só fazem isso pra ferrar os alunos.

Lição n° 6 - Se é aluno de uma universidade em greve, mas não concorda com ela, não perca seu tempo discutindo suas opiniões com alguns estudantes. Afinal, esses pseudo-revolucionários não merecem a sua atenção.

Lição n° 7 - Se não fizer parte de uma IFES ou outra universidade pública em greve, mas tiver o mesmo preconceito explicitado no item acima, ignore o fato de que esses estudantes muitas vezes precisam trabalhar para sustentar seus estudos. Lembre sempre dos filhinhos de papais que lá estão. Sempre esqueça do fato de que lá estão seres pensantes, futuros profissionais de capacidade (apesar das dificuldades nas condições de ensino de muitos deles).

Lição n° 8 - Se por acaso tomar conhecimento de algo errado feito por algum(ns) membro(s) do movimento em favor da greve, faça questão de mostrar que todo o movimento é assim.

Lição n° 9 - Esqueça que greve é direito do trabalhador. Mostre que estes só estão preocupados com seus próprios umbigos, e que se estivessem realmente preocupados com o futuro do país estariam TRABALHANDO, pois é assim que um país cresce.

Lição n° 10 - Esqueça que, antes de qualquer greve, há uma tentativa de diálogo e negociação. Mostre sempre o quão inconsequente é esse tipo de mobilização, ainda que você não tenha conhecimento de nenhum outro que tenha dado resultados.

Lição n° 11 - Não fale absolutamente nada sobre plano de carreira, ou condições para aposentadoria. Afinal, é bom salientar que o professor só tá ali por causa de dinheiro e ele já "ganha bem pra caralho".

Lição n° 12 - Se por algum acidente se meter em um debate sobre a greve e tiver que propor alguma ideia para a melhoria da educação, grite logo: "PRIVATIZAÇÃO", é a saída mais rápida e eficaz. Afinal, privatizar faz tudo dar certo.

Lição n° 13 - Desqualifique qualquer ação como meramente ideológica, como se a sua desqualificação não fosse.

Lição n° 14 - Se for professor, estiver no topo da carreira e além disso ganhar dinheiro com outras atividades (algumas privadas utilizando inclusive o nome da instituição de ensino publica em que trabalha), use dos argumentos mais hipócritas para justificar a não entrada na greve.







                                                          Ministro Aloizio Mercadante  



Fonte: http://vouficarcomapernagrossa.blogspot.com.br/2012/05/guia-para-ser-um-babaca-de-qualidade-em.html?spref=fb 







NOTA SOBRE A GREVE ESTUDANTIL DA UFVJM (campi Diamantina)



NOTA SOBRE A GREVE ESTUDANTIL DA UFVJM (campi Diamantina)

O Comando de Greve Estudantil, através da Comissão de Negociação, se reuniu com a Reitoria e com a PROACE para levar as pautas de reivindicação dos/as estudantes referente à Assistência Estudantil, e até o momento tivemos os seguintes avanços:

• Composição de um discente no conselho da PROACE, visando uma representação direta para levar nossas demandas e solução mais rápida dos problemas existentes;
• Andamento da proposta de reavaliação e ampliação de auxílio pedagógico de acordo com a demanda de cada curso e proposta de construção de um espaço de uso coletivo para o empréstimo de materiais já utilizados (apostilas, textos e etc.) a ser emprestado por período para estudantes que são acolhidos por bolsas;
• Solicitação da ampliação do quadro de funcionários para a PROACE enviado ao MEC para tornar mais eficiente o atendimento e dinamizar as burocracias existentes que muitas vezes travam os Auxílios;
• Participação efetiva estudantil na construção, revisão e manutenção no regimento da Moradia Estudantil;
• Proposta de efetivação e aumento do Auxilio Creche e ampliação e aumento da Bolsa Atividade;
• Disponibilização de um computador no local da distribuição da alimentação para facilitar e desburocratizar as justificativas de faltas;
• Acompanhamento de um advogado do movimento SOS Diamantina para nos auxiliar nas questões burocráticas sobre o transporte público, incluindo todas irregularidades.

Comando de Greve Estudantil - Comissão de Negociação



quinta-feira, 14 de junho de 2012

Comando de Greve Unificado convida todos e todas para Ato Público.


Comando de Greve Unificado convida todos e todas para Ato Público.

Ato Público dia 23/06 as 8:00 no Largo Dom João.




O ato público terá sua concentração no Largo Dom João às 08.30 horas, com saida para o centro de Diamantina prevista para as 09.00. Vamos participar, usar a criatividade, mostrar á sociedade Diamantinense os motivos da greve! Leve seu pandeiro, seu apito, seu violão, seus cartazes,...seu desejo por melhorias!

Vamos movimentar Diamantina.



Transporte público de qualidade Já.







Governo se compromete a apresentar esboço de proposta na próxima terça dia 19/06


Data: 13/06/2012


Governo se compromete a apresentar esboço de proposta na próxima terça (19)

Depois de recuar na proposta de condicionar o avanço das negociações a uma trégua do movimento grevista, representantes do governo, em reunião realizada nesta terça-feira (12) com as entidades do setor de educação, mudaram de posição e passaram a aceitar a antecipação do prazo para o fechamento de uma proposta. Em uma reunião que durou mais de três horas, o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento (SRT/MP), Sérgio Mendonça, acordou com o ANDES-SN e com as demais entidades, que na próxima terça-feira (19) haverá nova reunião na qual o governo vai apresentar um esboço de um novo plano de carreira. Até lá, a greve dos docentes continua.

“Hoje foi um dia vitorioso para o nosso movimento. Não só porque realizamos belíssimas manifestações em todo o país, como fizemos o governo mudar a posição de que não receberia categorias em greve. Também conseguimos que, pela primeira vez, ele aceitasse antecipar o prazo para finalizar as negociações. Se antes o limite era 31 de agosto, agora, há uma sinalização de que o processo esteja concluído no começo de julho”, avaliou a presidente do ANDES-SN, Marina Barbosa. Durante as mais de três horas de reunião, um grupo de professores da Universidade de Brasília (UnB) e do Comando Nacional de Greve (CNG) ficou em frente ao Ministério do Planejamento, como forma de mostrar que a categoria está mobilizada.

Proposta indecente
A reunião começou por volta das 18h, com o secretário Sérgio Mendonça afirmando que o governo se dispunha a apresentar uma proposta de re-estruturação da carreira docente num prazo de 20 dias, desde que a categoria desse uma trégua e saísse da greve. Também defenderam o encaminhamento o Secretário de Educação Superior do Ministério da Educação (Sesu/MEC), Amaro Lins, e o diretor de Desenvolvimento da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica do MEC (Setec/MEC), Aléssio Barros. Argumentaram que era preciso estabelecer uma relação de confiança entre o governo e as entidades.

A proposta foi veemente rechaçada pelas entidades presentes. “Eu custo a acreditar no que ouvi. Ontem, na reunião do Comando Nacional de Greve, foi levantada essa possibilidade, mas eu não achei que seria possível. Vim hoje para essa reunião esperando que fosse apresentada uma proposta e que sairíamos daqui para virar a noite estudando o que fosse apresentado ”, afirmou a presidente do ANDES-SN, Marina Barbosa.

Ela lembrou que o governo foi avisado inúmeras vezes de que a categoria estava insatisfeita. “Agora, não há como negar. Estamos em uma das maiores greve já realizadas no setor, com 55 instituições paradas, sendo 50 universidades”, afirmou.

Marina argumentou que o governo não podia esperar que a categoria aceitasse dar a  trégua, pois há muito tempo que os docentes vêm dando prazos, continuamente descumpridos pelo Ministério do Planejamento.  

O 1º vice-presidente do ANDES-SN, Luiz Henrique Schuch, afirmou que a greve é fruto da compreensão da categoria de que há uma desvalorização do magistério. “Hoje temos uma carreira totalmente desestruturada”, afirmou.

O diretor do Sinasefe, David Lobão, criticou o fato de o governo condicionar o avanços das negociações à volta ao trabalho dos grevistas e argumentou que a greve, ao contrário do que diz o governo, pode levar a negociações mais rápidas, já que a categoria estará em estado de mobilização permanente. Os dirigentes do Proifes lamentaram o fato de o governo ter desmarcado a reunião no dia 28 de maio e informaram que a categoria tem decidido, em plebiscitos, pela greve.

Trégua
Depois das falas das entidades, os representantes do governo pediram um intervalo e voltaram com a proposta de realização de uma reunião na próxima terça-feira (19), em que será debatido um esboço de um novo plano de carreira. Disseram, também, que a proposta vai partir do que foi discutido na reunião do dia 15 de maio e que poderá ser utilizado como parâmetro o plano de carreira do pessoal do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). Sérgio Mendonça não quis se comprometer se o piso e o teto serão o mesmo do servidores do MCT.

Os representantes do governo insistiram que as categorias dessem uma trégua e voltassem ao trabalho. Os dirigentes do ANDES-SN foram enfáticos ao afirmar que não havia como a categoria recuar. “Só podemos dar qualquer posição quando conhecermos a proposta do governo. Até porque a nossa carreira tem especificidades que não foram contempladas pelo governo”, adiantou Marina Barbosa.

O 1º vice-presidente da Regional Nordeste II do ANDES-SN, Josevaldo Cunha, perguntou aos representantes governistas se eles poderiam adiantar o teor da proposta. “Queremos saber se haverá uma preocupação de se fazer uma discussão da estrutura conceitual, para depois se chegar ao impacto orçamentário. Ou se o governo colocará um limite financeiro, que é conjuntural, a sobrepor a organização do plano de carreira”, questionou. Sérgio Mendonça respondeu, apenas, que a proposta levará em consideração toda a discussão realizada no GT Carreira.

Para o ANDES-SN, a reunião desta terça-feira marcou o início efetivo das negociações. “Entendemos que concluímos as discussões do GT. Podemos não ter chegado a um denominador comum, mas agora todas as nossas divergências e pontos convergentes ficaram claros. Vamos, então, partir para outro patamar de discussão, no qual o governo precisa objetivar suas propostas, que serão analisadas pelo movimento”, afirmou Marina Barbosa.


Fonte: ANDES-SN

MST expressa solidariedade e apoio à luta dos trabalhadores da educação.


MST expressa solidariedade e apoio à luta dos trabalhadores da educação

11 de junho de 2012



Da Direção Nacional do MST



Nós do MST expressamos para toda a sociedade nosso apoio e solidariedade aos trabalhadores e trabalhadoras da educação em luta.
   
Desde o seu nascimento, o MST tem lutado pela educação. Temos a convicção de que a luta por escola, se faz, fazendo escola.

Como fruto da mobilização e luta permanente, conquistamos mais de 1500 escolas do campo.
   
Somos contra a política do Estado brasileiro de fechamento das escolas do campo. Para nós: Fechar Escola é Crime!

Defendemos a expansão e a interiorização da educação. No entanto, isso não pode representar a precarização educacional.

Manifestamos nossa solidariedade de classe aos trabalhadores e às trabalhadoras das universidades federais em greve.

Nos somamos na defesa de sua justa pauta de reivindicação:

- Contra o produtivismo: Educação não é mercadoria;
- Pelo aumento de salários;
- Pela garantia do plano de carreira;
- Pela qualidade da educação;
- Pela destinação de 10% do PIB para a educação;
- Contra a apropriação do público pelo privado através da privatização indireta em curso.
   
A universidade pública não pode estar à serviço do capital e do mercado. A universidade deve ser um espaço de pesquisa, produção e divulgação do conhecimento.
   
Nos colocamos nas  ruas e nas lutas ao lado dos trabalhadores e das trabalhadoras da educação. Empunhando as bandeiras da Reforma Agrária e da Educação Pública de qualidade e gratuita, seguimos na construção de um país soberano.

“A educação não é a única alavanca para transformação da sociedade, mas sem a educação, a transformação não ocorre.” Paulo Freire


                                             Direção Nacional do MST
                                                      Junho - 2012
 
 
fonte:  http://www.mst.org.br/

Assembleia Geral dos Estudantes 14/06


Data : 14/06
Horário: 14:00

Pautas: Repasses das atividades da greve
            Transporte
            Próximas Ações
            Assistência Estudantil

A sala será divulgada antecipadamente no campus I.